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Klabin inaugura fábrica de celulose no Paraná

Terça-feira, 28 de junho de 2016

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A Unidade Puma representa o maior investimento da história do Paraná


A Klabin, maior produtora e exportadora de papéis do Brasil, líder na produção de papéis e cartões para embalagens, embalagens de papelão ondulado e sacos industriais, inaugurou hoje sua fábrica de celulose em Ortigueira, no Paraná. A Unidade Puma é um marco no novo ciclo de crescimento da companhia. Com a fábrica, a Klabin passa a ser uma empresa de solução em fibras, sendo a única do Brasil a produzir, em uma mesma planta, celulose branqueada de fibra curta, celulose branqueada de fibra longa e celulose fluff.


A solenidade de inauguração contou com a presença do presidente da República em exercício, Michel Temer, do governador do Estado do Paraná, Beto Richa, e da prefeita de Ortigueira, Lourdes Banach, ao lado de autoridades federais, estaduais e da região de Ortigueira, produtores rurais, parceiros de negócio e clientes. Os convidados foram recebidos pelo presidente do Conselho de Administração da Klabin, Paulo Galvão, e demais membros do Conselho, e pelo diretor-geral da companhia, Fabio Schvartsman, e diretoria da empresa.

 

Em seu discurso, a Prefeita Lourdes Banach destacou que com a implantação da Unidade Puma no município, Ortigueira passou a ser reconhecida nacionalmente. "Essa fábrica veio trazer aos moradores de toda a região perspectivas de crescimento econômico e desenvolvimento social. Ela marca o início de um novo tempo para Ortigueira, uma época de esperança e prosperidade".

 

“É imprescindível para um País de escala continental, como o Brasil, ter um setor industrial sólido e competitivo. A Klabin possui essa visão. É a base do seu DNA”, afirmou Galvão, durante a solenidade de inauguração. Segundo Israel Klabin, membro do Conselho da companhia, “o projeto que mais nos inspira é o de desenvolver de forma sustentável. É o de criar uma estabilidade que permita pensar mais longe e beneficiar um maior número de participantes”.


Maior investimento privado da história do Paraná, o empreendimento recebeu aporte de R$ 8,5 bilhões, incluindo infraestrutura e impostos recuperáveis, com as obras executadas em 24 meses, cumprindo o orçamento previsto. A Unidade Puma possui capacidade anual de produção de 1,5 milhão de toneladas de celulose, sendo 1,1 milhão de toneladas de celulose branqueada de fibra curta (eucalipto) e 400 mil toneladas de celulose branqueada de fibra longa (pínus), parte convertida em celulose fluff. Com capacidade de produzir em média 270 MW de energia elétrica, sendo 150 MW excedentes - o suficiente para abastecer uma cidade de 500 mil habitantes -, a nova operação eleva a Klabin à condição de autossuficiência em energia elétrica. A Unidade Puma reforça o compromisso da Klabin com as melhores práticas globais de sustentabilidade ao aliar alta produtividade florestal, operação e logística eficientes, além de tecnologia ambiental de ponta.

 

“O Puma é a experiência brasileira de excelência e ousadia que, esperamos, sirva de exemplo do País que queremos para nossos filhos e netos. É o reforço do já mundialmente reconhecido compromisso com o meio ambiente da Klabin. É a demonstração que investimentos podem ser feitos com preocupação social, traduzidos em dezenas de projetos relacionados à saúde, educação, moradia e lazer”, destacou Schvartsman, durante a solenidade.

 

A celulose de fibra curta da Klabin leva a marca LyptusCel™ e a celulose de fibra longa foi batizada de PineCel™. Denominada PineFluff™, a celulose fluff da Klabin, fabricada em larga escala pela primeira vez no Brasil a partir de fibra longa de pínus, abre ao mercado nacional a possibilidade de substituir a importação dessa matéria-prima, importante insumo para a produção de fraldas e absorventes descartáveis, entre outros produtos.


As operações da nova fábrica foram iniciadas em março deste ano, com a produção do primeiro fardo de celulose, já com a certificação FSC® - Forest Stewardship Council® (FSC-C129105) na modalidade cadeia de custódia. Em abril, foi realizado o primeiro embarque de 20 mil toneladas de celulose de fibra curta com destino à China, saindo do Porto de Paranaguá (PR). Para exportar a produção da Unidade Puma, a Klabin estruturou uma Unidade de Logística em Paranaguá (PR) que permite a utilização dos modais ferroviário e rodoviário. Com a nova estrutura, a empresa espera movimentar 1 milhão de toneladas de celulose por ano. Mais de 90% da produção total da fábrica está vendida.


Com área total construída de 200 hectares, o equivalente a 200 campos de futebol, as obras contaram com o trabalho de cerca de 40 mil pessoas. Em todas as fases, a companhia priorizou a contratação de mão de obra local. Hoje, a nova Unidade gera cerca de 1,4 mil empregos diretos e indiretos, considerando as atividades industriais e florestais, além de contribuir com ações sociais, capacitações e programas que visam o desenvolvimento regional. Durante a fase de investimento, R$ 700 milhões em impostos foram gerados, com o início da operação, o valor será de R$ 300 milhões em impostos anualmente.

 

Para definição dos investimentos sociais, a Klabin realizou em 2012 um diagnóstico social nos municípios de Ortigueira, Imbaú e Telêmaco Borba, área de influência direta da nova fábrica. Por meio de um amplo processo participativo, envolvendo diversos públicos das áreas urbanas e rurais, desenvolveu o Plano de Ação Socioambiental do Projeto Puma, composto de diversas iniciativas nas áreas de saúde, educação, cultura, lazer, meio ambiente e agricultura familiar, entre outras.


As obras de infraestrutura contemplaram a pavimentação das estradas da Campina e Minuano, melhoria da estrada Estratégica e construção de uma nova ponte interligando as margens esquerda e direita do Rio Tibagi.  A Klabin também construiu um ramal ferroviário de 23,5 km de extensão ligando a fábrica à Ferrovia Central do Paraná. A distância média entre a área florestal e a Unidade Puma é de 72 km, o que garante alto nível de competitividade da fábrica. A operação florestal da Klabin na região de Telêmaco e Ortigueira é hoje uma das maiores do mundo, abastecendo as Unidades Monte Alegre e Puma. Para a nova fábrica, a Klabin construiu 100 km de linhas de transmissão e possui as duas maiores turbinas para geração de energia elétrica já fabricadas no mundo para a indústria de papel e celulose.

 

Sobre a Klabin

 

A Klabin, maior produtora e exportadora de papéis do Brasil, é líder na produção de papéis e cartões para embalagens, embalagens de papelão ondulado, sacos industriais e madeira em toras. Fundada em 1899, possui 15 unidades industriais no Brasil e uma na Argentina. Está organizada em quatro unidades de negócios: Florestal, Celulose, Papéis (papel cartão, papel kraft e reciclados) e Embalagens (papelão ondulado e sacos industriais).


Toda a gestão da empresa está orientada para o Desenvolvimento Sustentável, buscando crescimento integrado e responsável, que une rentabilidade, desenvolvimento social e compromisso ambiental. A Klabin integra, desde 2014, o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da BM&FBovespa. Também é signatária do Pacto Global da ONU e do Pacto Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo, buscando fornecedores e parceiros de negócio que sigam os mesmos valores de ética, transparência e respeito aos princípios de sustentabilidade.

Fonte: Divulgação

Prefeita Lourdes Banach descerra placa de inauguração ao lado do Presidente em exercício, Michel Temer e do Governador, Beto Richa Credito: Divulgação

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